12 de jan. de 2026

O ESPELHO ESQUECIDO DA TRANSITORIEDADE.

 

Imagem ilustração Copilot

O Espelho Esquecido da Transitoriedade.

O mundo é um ponto azul. Frágil. Passageiro. Todos nascem, caminham, partem. É simples. Mas o poder esquece. Age como se fosse dono da terra. Ergue muros contra quem busca apenas sobreviver.


O “sonho americano” virou pesadelo. Asfalto. Sangue. René Nicole, uma jovem de 37 anos, morreu em Minnesota. Morta por agentes de imigração. O governo a chamou de “terrorista”. Não era. Era só uma mulher. E mãe. Mãe de três crianças. A palavra “terrorista” serviu para encobrir o crime. Para esmagar a confiança. Para espalhar ódio, revolta.


Menny Chaves também é vítima disso tudo. Vítima do medo. Tem só 16 anos. Ele já não sonha, preocupa-se. Só deseja que os pais voltem do trabalho vivos. Ele fala de um presidente sem empatia. Um homem que trata pessoas como cães. A polícia segue a ordem. Não protege. Ameaça. Mata a tiros.


O tirano esquece que também é passageiro. Persegue o imigrante. Persegue a própria história. Fronteiras são cicatrizes. Elas não param a vida.


Um jovem de Oregon disse: viver assim é morar em casa de vidro. O dono atira pedras nos vizinhos. Não percebe. O último estilhaço vai destruir o próprio teto.

 

Algo de muito errado está se passando com ele… com a gente, com o mundo. Ninguém está vendo isso?


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